Sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Esses dias eu assisti Scarface e The Runaways pela primeira vez. Eu sou péssima em resenhar coisas, então não quero fazer isso, só quero falar que adorei ambos. Scarface é maravilhoooso, obra de arte, fui ver pela Michelle Pfeiffer e fiquei pelo Al Pacino, quem diria.
The Runaways é cool, gostei das roupas, da música e de conhecer a banda. Achei que a Dakota Fanning cantou e atuou bem, mas a Kristen Stewart… eu não sei o que aconteceu, mas não me convenceu, com exceção do momento no final do filme, em que ela aparece dando uma entrevista no rádio.

Hoje foi um dia ruinzinho. Dormi o tempo todo.

Estou com vontade de suco de laranja.

Eu ia escrever mais coisas, mas já esqueci, então whatever.

Ah, lembrei! Eu mandei dez rolinhos de filme para revelar, então agora eu estou ansiosa, esperando as fotos chegarem. Infelizmente, esse laboratório é meio demorado, mas a qualidade das fotos é bem melhor.
Aliás, preciso organizar minhas fotos no computador. E organizar meus negativos. E organizar meu quarto. Urgh.


Agora sim, tchau.

Karol Conká é aquela pessoa insuportável que você odeia, mas todo mundo ama

Este ano, eu estou assistindo o BBB pela primeira vez na minha vida. É ruim, mas e daí? Não ligo não. Como o resto do país, estou chocada com a Karol Conká e torcendo para que ela tombe feio, só que eu sei que isso não vai acontecer. Vai ser tenso pra Karol no dia que ela sair, mas ela não vai mudar nem um pouco e para alguém como ela, there’s no such thing as bad publicity.

Mas e aí? O que isso tem a ver comigo?
Não sei bem. Acho que ela me irrita porque eu já vi gente parecida com ela, gente que é estúpida mas que por algum motivo misterioso além da minha compreensão, todo mundo ama. Gente incompetente mas que todo mundo acha inteligente.
Esse tipo de coisa me deixa maluca.
As coisas precisam ser o que elas são. As pessoas precisavam ter uma visão correta do mundo, mas elas não têm.
Eu admito a existência de subjetividade e de tons de cinza entre o preto e o branco, mas não é disso a que me refiro. Estou falando da incapacidade das pessoas de compreender a realidade.

Talvez eu amplie este texto mais tarde, já que com relação à incapacidade das pessoas de compreender a realidade, tem mais um monte de coisas que me incomoda, só que aí vou desviar demais do assunto do BBB. Tem mais coisas que quero falar sobre comportamentos da Karol Conká que acho esquisitíssimos.

Eu não entendo quando a Karol mente sobre coisas que aconteceram diante de câmeras, que todo mundo que não está no Big Brother pode facilmente saber que não são verdade. Além disso, ela mente para tentar parecer mais inteligente, inventando que ganhou a prova de sorte porque percebeu algo nas mangueiras que, veja só, eram cenográficas – e mais várias outras parecidas com essa. Segundo ela mesma, Karol antecipa todos os votos, todas as jogadas, todos os resultados de provas.
E, quando acontece qualquer coisa, lá está Karol, agindo como se ela fosse a protagonista. Se Sarah ganhou a prova do líder, foi graças a ela, que escolheu não vetá-la. Se entrou uma galera nova no VIP, veja só, aparece a Karol, dizendo que caso ela tivesse sido líder novamente, ela já estava planejando levá-los para o VIP, porque não era justo que eles ficassem na xepa o tempo todo. Ela vai atrás das pessoas caçando elogios, pedindo que digam o quanto ela é justa, correta e benevolente, e essa acaba sendo a sua marca, mesmo que suas atitudes, na verdade, sejam bem diferentes disso.

Acho que é isso que eu queria falar dela, mas tem mais duas pessoa que eu acho curiosas. Umas delas é o Pedro. Ele é chatinho, não? Na vida real ele já seria chato, no Big Brother ele é mais chato ainda. A outra pessoa é o Fiuk, porque acho que ele tem medo de parecer idiota e isso acaba fazendo ele soar arrogante e se aproximar de gente que ele supõe que é bem vista aqui fora.

Fernando de Noronha em 35mm

Em 2017 eu tirei algumas fotografias analógicas em Fernando de Noronha que só revelei este ano. Um monte de coisa deu errado, eu não conhecia direito a câmera que eu estava usando e até esqueci que ela estava com filme dentro e abri a tampa traseira, mas mesmo assim eu gostei das fotos.


Como disse Henry Carrol, às vezes é melhor captar o momento certo com as configurações erradas do que o momento errado com as configurações certas.

PS 1: Não fui chamada para nenhuma suruba.
PS 2: As fotos foram revelada pelo Lab Lab (https://lablab.com.br), de Curitiba.

Quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Eu me senti bem hoje!
Saí de casa e até fui ao dentista. Ele foi simpático e consertou os meus dentes que estavam com as raízes expostas e agora não sinto mais dor ao beber água.
Eu também fui até uma loja de molduras com a minha mãe, e lá tinha um gato muito fofo. Eles vão enquadrar o nosso quebra-cabeças, que deve ficar pronto até sábado.

Em alguns momentos do dia, quase entrei em nos redemoinhos de pensamentos ruins, mas consegui não cair neles.
Gostaria de me sentir assim com mais frequência.

Até.

Tentativa de pixel art

Eu comecei a ver algumas imagens de pixel art no meu Instagram e no Pinterest e achei todas muito interessantes, principalmente por causa da vibe nostálgica. Elas me lembram o MS Paint, celulares antigos (o jogo Snake!), Mario Bros, Tetris e a internet dos anos 90 e 2000, de modo geral.

Usando os brushes gratuitos para Procreate feitos pela Lisa Bardot (https://bardotbrush.com/product/free-pixel-art-for-procreate-brush-set/), eu decidi tentar fazer alguma coisa nesse estilo.


Essa foi a primeira tentativa. Na hora, eu achei que tinha ficado razoável mas logo depois eu aprendi que pixel art tem regras e aí percebi que não ficou tão legal assim.

Essa foi a segunda tentativa. Apesar de ser um desenho mais simples, acho que ficou melhor.

Ah, é uma maçã, não uma cereja.

Domingo, 24 de janeiro de 2021

Olha só, final de janeiro, quase 1/12 de 2021 já foi embora.
E o que eu fiz durante esses dias? Não saí de casa, passei mais tempo do que deveria deitada na cama e fiquei triste.
Ah, finalmente encomendei uns pijamas novos, então tem isso.

Como não tenho com o que me ocupar, eu penso coisas idiotas, por exemplo, sobre como as pessoas me irritam. Lembro de todas as pessoas de quem eu não gosto, de todo mundo que já foi meio merda comigo e sinto raiva desse povo. Aí, pra ser justa, começo a lembrar de todas as vezes em que eu fui meio merda com outras pessoas e fico com mais raiva ainda, porque isso não faz sentido na minha narrativa de eu sou uma pessoa minimamente decente. E é por aí que eu chego à conclusão de que não posso viver em sociedade, ou porque arrancaria a cabeça de alguém ou porque sou uma pessoa horrível demais.

Estou falando coisas sem sentido, desculpe.

Segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Hoje é segunda-feira? Eu não fazia ideia. Os dias deixaram de significar alguma coisa pra mim há muito tempo.

Ontem eu terminei de ler o livro Antes de tudo acabar, da escritora Mary C. Müller. Eu a encontrei no Wattpad, nem sei como, porque acho que fico meio perdida lá.
Foi bom ler uma história escrita por uma brasileira, sobre um período da vida que eu vivi (o fim da adolescência). Acho que deveriam lançar mais livros assim, estou um pouco cansada de histórias com cheerleaders e jogadores de futebol americano.

Logo depois de terminar este, peguei Pessoas Normais, da Sally Rooney. Li o livro inteiro direto, madrugada adentro. Eu sou uma molenga manteiga derretida, adoro histórias sobre pessoas que se apaixonam.

Depois disso, eu dormi durante o dia e sonhei muito. Meus sonhos se misturaram com as histórias dos livros e foi muito confuso.

Sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Eu pensei em arranjar uma mochila, pegar um ônibus para alguma cidade longe daqui, tirar umas fotos do lugar e voltar. Então, lembrei que estou muito, muito cansada.
Como fico em casa o tempo todo, passo semanas de pijama e os meus estão todos furados ou se desfazendo. Tentei comprar um novo, mas o trabalho de ter que digitar o endereço e número do cartão de crédito foi demais pra mim. Desisti.

Eu já pensei algumas vezes em colocar ordem nessa merda: sentar toda a minha família e dizer pra eles que desse jeito não dá, que assim EU não consigo viver. Já que eu tenho que viver com eles, preciso que eles sejam uma fonte de estabilidade, não de tristeza e frustração. Eu deveria colocar todo mundo na porra da linha, porque se eu não fizer isso, nenhum deles vai fazer. Só que… é, você adivinhou: estou cansada. E, além disso, eu odeio tanto minha família que mal suporto ficar perto deles por muito tempo.

Sigo com o meu desejo de poder dormir para sempre. De preferência, sem sonhar.

Estou cansada demais para ler. Estou cansada demais para aprender qualquer coisa. Estou cansada demais para me exercitar. Estou feia demais para sair de casa. Não quero falar com ninguém porque as pessoas são idiotas.

Quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Andei lendo algumas coisas que escrevi há algum tempo e achei dramático demais, uma porcaria.

Eu estou cansada e deprimida. Tenho algumas ideias e coisas que tenho vontade de fazer, mas a vontade não é suficiente. O cansaço é grande demais. Passo o dia inteiro deitada.

Há alguns dias, eu deveria ter ido ao salão para arrumar meu cabelo, mas não consegui ir. Estava exausta e me sentindo feia demais para sair, nenhuma das minhas roupas serve mais… Isso piorou tudo. Até aquele dia eu estava um pouco mais esperançosa.

Acho que quando alguém está com depressão, pequenos problemas parecem obstáculos insuperáveis.


Eu também não consigo mais ficar nessa maldita casa.
Não aguento meu pai.
Não aguento minha mãe.
Eles não entender porra nenhuma do que eu falo. Eu não acho que eu sou inteligente, mas acho que eles são burros.

E estou indo em uma merda de psiquiatra do HC da USP e do Albert Einstein para quê? Ela não me ajuda em nada.
Ela é extremamente bagunçada com os horários e sequer me avisou que ia sair de férias. Eu tento falar com ela sobre a medicina e não sou compreendida, afinal, ela é tão classista quanto todos os outros. Ela não sabe o que é parto humanizado e acha que hipnose é algo válido. Urgh, eu não aguento esse tipo de coisa, eu não aguento.